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Neurotransmissão
Por Silvia Helena Cardoso, PhD



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Os neurônios, ou células nervosas, não se tocam uns aos outros; eles são separados
por terminações conhecidas como sinapses. Conseqüentemente, sem serotonina,
dopamina, norepinefrina e centenas de outros neurotransmissores, o cérebro não
poderia processar a informação ou enviar instruções para o resto do corpo.

Quando os impulsos elétricos que carreiam a informação através do nervoso alcançam a extremidade do neurônio, eles não têm para onde ir. Estes químicos são alojados em sacos minúsculos conhecidos como vesículas, situados em terminações de nervo. 

Quando um sinal elétrico alcança os vesículas, liberam sua carga. As moléculas do neurotransmissores navegam através da sinapse e se trancam em receptores nas vizinhanças das células nervosas. As segundas células nervosas despertam e enviam 
um impulso de eletricidade para passar a mensagem adiante. Uma vez que o trabalho tenha se completado, as moléculas do neurotransmissores se desconectam e voltam a ser absorvidas, ou são destruídas.

Diferentes neurônios se especializam em liberar diferentes tipos de neurotransmissores. Muitos carreiam mensagens que falam sobre o mundo externo - entrada de sons, padrões da luz e assim por diante- e os integram em uma informação útil.

Veja mais informações sobre  neurotransmissores aqui, na revista Cérebro & Mente, em:
 Comunicação entre Células Nervosas

Foto por André Malavazzi
 

Copyright Silvia Helena Cardoso
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